Declarações de Bruno Castro, CEO da VisionWare, à CNN Portugal, sobre o uso de voz como forma de identificação de clientes bancários

01 DE agosto DE 2025 Abrir PDF
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“Usar a voz como forma de identificação dos clientes bancários é comum nos EUA e o CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT, diz que "é de loucos continuar a fazer isso". Porque, explica Sam Altman, a inteligência artificial (IA) já é capaz de imitar a voz humana para contornar as verificações de segurança. Portanto: "é de loucos" usar a voz dos clientes porque aumenta loucamente o risco de fraude. Um banco que quer comprovar em Portugal a identidade de uma pessoa durante uma chamada telefónica recorre a métodos como as perguntas pessoais, “que estão associadas à identificação com alguma privacidade”. Há ainda a possibilidade, por exemplo, de códigos de SMS na interação entre bancos e clientes ou autenticações através das aplicações - ou seja, métodos que “obrigam a ter um controlo físico que está associado à pessoa”, explica o especialista em cibersegurança Bruno Castro. “O que temos visto é vários bancos a testar ainda o modelo de autenticação por voz, mas numa fase perfeitamente embrionária. Portanto, não está em produção”, diz o CEO da VisionWare. A ser implementado em Portugal como método único ou principal de identificação e autenticação dos clientes, o método de impressão por voz teria um “risco elevado” associado.”

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