VisionWare em destaque no Jornal Observador, numa entrevista exclusiva concedida por alguns especialistas do setor, sobre a situação cibernética durante o Apagão que afetou a Península Ibérica.

29 DE abril DE 2025 Abrir PDF
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Especialistas ouvidos pelo Observador dizem não ter detetado "qualquer situação anómala" a nível cibernético face ao apagão. "Não estavam reunidas as condições ideias para realização de ciberataques." A empresa portuguesa de cibersegurança VisionWare diz, em resposta a questões do Observador sobre um possível aumento da atividade cibernética contra Portugal ou os seus serviços, não ter detetado qualquer situação anómala ou digna de registo/rastreamento. A hipótese de ciberataque está aparentemente excluída e fica assim evidente e exposta para todo o mundo, a nossa elevada (ou demasiada) dependência de Espanha ao nível do cobre e do impacto do clima, afirma Bruno Castro, CEO da empresa e especialista em cibersegurança, fazendo uma análise ao apagão. Fica também notória a nossa dependência do digital, pelo que, nesta fase, todas as hipóteses, seja sabotagem, ciberespionagem ou questões de cyberwarfare [ataques cibernéticos estratégicos], devem ou deverão estar em cima da mesa, considera. Para Bruno Castro, a falha energética colocou à prova a capacidade de Portugal para resistir a eventos que tenham este impacto, sem qualquer redundância nos nossos sistemas.

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