Declarações exclusivas do CEO da VisionWare, à IT Security, sobre os Ciberataques aos Países da NATO

27 DE fevereiro DE 2025 Abrir PDF
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“Os recentes ciberataques dirigidos a países da NATO, incluindo Portugal, levantam questões sobre a origem, a motivação e o impacto desta campanha. Num cenário global onde a cibersegurança se tornou uma extensão das dinâmicas geopolíticas, os ataques a infraestruturas críticas, empresas e entidades governamentais evidenciam uma crescente sofisticação e coordenação.” Estes ciberataques “têm-se caracterizado por uma crescente sofisticação e diversificação nas técnicas utilizadas”, defende Bruno Castro, referindo-se a ataques de DDoS, campanhas de phishing avançadas e infiltrações em infraestruturas críticas. O especialista deu o exemplo de uma missão – a “Baltic Sentry” – que a NATO lançou com o objetivo de proteger infraestruturas submarinas, após sabotagens em cabos de telecomunicações no Mar Báltico, indício claro da escalada desta guerra. O CEO da VisionWare salienta que “é obrigatório que as organizações evoluam a sua capacidade de deteção e resposta em concordância com a inovação aplicada no cibercrime, caso contrário, ficarão obsoletas face às ameaças emergentes”. Como recomendação, o especialista destaca a importância de um Security Operations Center (SOC), que “pode ajudar bastante na medida em que irá combinar as tecnologias essenciais para a monitorização, deteção e resposta a ameaças oriundas do ciberespaço”.

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