Declarações exclusivas de Bruno Castro, CEO da VisionWare, à IT Security, sobre os 3 anos de guerra na Ucrânia
Ciberguerra: um novo paradigma nos conflitos modernos Nos últimos três anos, assistiu-se a um aumento expressivo de ciberataques direcionados a infraestruturas críticas, como redes elétricas, sistemas de telecomunicações e instituições governamentais, o que para Bruno Castro, Fundador e CEO da VisionWare, “foi o primeiro grande alerta - proteger as infraestruturas vitais da sociedade contra ciberataques destrutivos”. Um dos exemplos mais notáveis foi a atuação do grupo pró-Rússia NoName057(16), que, desde março de 2022, tem realizado ataques DDoS contra organizações na Ucrânia e em países da NATO. Em 2024, verificou-se ainda uma mudança tática dos cibercriminosos russos, que passaram a focar-se na inteligência digital, operando de forma silenciosa para permanecer indetetáveis pelo maior tempo possível. “Este foi outro grande alerta para todos os Estados”, diz, “isto é, os ataques silenciosos, a ciberespionagem e as campanhas de desinformação”.