Declarações de Bruno Castro, CEO da VisionWare, à News Now, sobre a história do “génio” da informática
O CEO da VisionWare explica que o interesse na plataforma é claro, pois "esta ferramenta de Inteligência Artificial (IA) é muito adequada ao cibercrime e ao modelo de negócio que o sustenta, de forma bastante rentável. Por isso, ao existir uma plataforma capaz de criar conteúdos ou malware relacionados com o cibercrime, é natural que ela desperte grande interesse de grupos cibercriminosos, podendo assim impulsionar o avanço do cibercrime e dos mecanismos de fraude." O especialista em cibersegurança alertou ainda que este tipo de ferramentas pode contribuir para o aumento de crimes como "ações de deepfake, engenharia social e desinformação".